Coluna da Saúde

Nova vacina contra a gripe criada com Inteligência artificial

Uma inteligência artificial criada pela Universidade de Flinders, na Austrália, desenvolveu, sozinha, uma nova vacina para a gripe. Apelidada de “SAM” (sigla em inglês para “Algoritmos Inteligentes para Descobertas Médicas”), a tecnologia criou uma medicação tão eficaz que testes em humanos já estão começando nos Estados Unidos. Segundo o relato da própria universidade, a SAM recebeu diversas informações de agentes químicos co-nhecidos por ativarem o sistema imunológico humano. Em seguida, outros agentes químicos — que não tra-zem efeito algum sobre o nosso corpo — também foram inseridos no banco de dados da IA. A partir daí, SAM passou a trabalhar na geração de “trilhões” de compostos e combinações químicas para criar novos medica-mentos. A gripe em si nem era o alvo da pesquisa.
Os pesquisadores responsáveis pelo estudo então selecionaram as combinações candidatas mais viáveis de serem reproduzidas e, veja só, uma delas deu origem a uma vacina “turbocarregada” que, segundo testes realizados em animais, mostrou-se extremamente capaz de combater diversos tipos de gripe.
Mais informações, acesse https://canaltech.com.br/saude/inteligencia-artificial-cria-sozinha-nova-vaci-na-contra-a-gripe-144129/  

Mortes em decorrência da poluição atmosférica aumentam 14% em 10 anos (OMS)

De acordo com o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), a poluição do ar no Brasil é um desafio. Isso porque, apenas 12 unidades da federação têm alguma informação acerca da qualidade do ar. Os governos estaduais e distritais são responsáveis pelo monitoramento da qualidade do ar e, das 27 unidades da federação, ele é feito apenas pelo Distrito Federal, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Gran-de do Sul, Paraná, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul e Sergipe. A poluição do ar pode provocar inflamações, agravamento de doenças respiratórias, cardiovasculares e neurológicas, especialmente em crianças e idosos. Ainda, estudos indicam a correlação entre a exposição a alguns poluentes e a ocorrência de diferentes tipos de câncer. No Brasil, as mortes em decorrência da poluição atmosférica aumentaram 14% em dez anos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), calcula-se que ocorram, anualmente, 4,2 milhões de mortes prema-turas atribuídas à poluição do ar ambiente no mundo. Desse total, 91% ocorrem em países de baixa e média rendas do Pacífico e Sudeste Asiático. Fonte: www.jmonline.com.br

A radiação da tecnologia 5G faz mal à saúde?

Desde que surgiu, a radiação eletromagnética usada pe-las tecnologias de telefonia móvel levou algumas pessoas a se preocuparem com o eventual aumento dos riscos à saúde, incluindo o câncer. Nesse sentido, o surgimento da rede 5G traz o questionamento à tona novamente. Ainda em fase de testes no Brasil, onde deve estar disponível por volta de 2023, a rede 5G depende de sinais transportados por ondas de rá-dio mais altas em relação às redes móveis anteriores. Diante da novidade, um relatório de toxicologia divulgado em 2018 pelo Departamento de Saúde dos EUA mostrou que ratos machos expostos a altas doses de radiação de radiofrequ-ência desenvolveram um tipo de tumor malígno no coração. Ainda, um grupo de médicos e cientistas escreveram para a União Europeia pedindo a suspensão do lançamento da rede 5G. Embora algumas pesquisas sugiram uma possibilidade estatística de aumentar os riscos de câncer para quem usa muito celular, até agora não há evidência convincente para sugerir a necessidade de uma ação preventiva. Por sua vez, o governo do Reino Unido, que já utiliza a tecnologia, diz que “embora seja possível haver um pequeno aumento na exposição geral às ondas de rádio quan-do o 5G for introduzido à rede existente, a expec-tativa é que a exposição geral permaneça baixa”. Fontes: BBC e G1

Alerta com a dengue permanece no inverno

Os casos de dengue no Paraná conti-nuam aumentando mesmo com tempe-raturas mais baixas. Uma pesquisa da Vi-gilância Ambiental da Secretaria da Saúde constatou que 77,2% dos criadouros do Ae-des Aegypti estão em residências e quin-tais, terrenos e imóveis comerciais, em locais que acumulam água parada. No úl-timo boletim epidemiológico, consultado antes do fechamento desta edição da Re-vista Ampla, em meados de julho, a Secre-taria de Estado da Saúde totalizava 20.496 casos da doença confirmados. Na semana anterior, eram 18.779. O informe totalizava 22 óbitos por dengue no Estado. O perío-do de monitoramento deste informativo da dengue, chigungunya e zika vírus no estado começou em 29 de julho de 2018. Ao todo, são 90 municípios em epidemia, e 58 cidades estão em estado de alerta. A Secretaria de Saúde alerta que é preciso aproveitar o inverno, quando a circulação viral diminui, para a eliminação dos cria-douros, pois os ovos resistem por meses. Mesmo que os ovos não eclodam no in-verno, o frio ajuda a preservá-los. Por isso, é fundamental o combate aos criadouros.
Fontes: Agência de Notícias do Paraná e Paraná Cooperativo

Cortar calorias pode ajudar na prevenção de doenças

Primeira recomendação para quem deseja perder peso, a restrição de calorias pode trazer inúmeros bene-fícios para a saúde, incluindo diminuição dos riscos de desenvolver hipertensão, diabetes e câncer. A consta-tação foi de um estudo publicado na revista The Lancet Diabetes & Endocrinology. De acordo com a pesquisa, um corte de 300 calorias, por exemplo, já pode melhorar significativamente os níveis de colesterol, pressão alta e açúcar no sangue. Além disso, o estudo apontou que a redução calórica ajuda a melhorar o funciona-mento do coração e o sistema circulatório. A estratégia indicada para o corte de calorias é a eliminação de pequenos lanches calóricos entre as principais refeições, incluindo barrinhas de cereal (média de 60 a 90 ca-lorias), que parecem saudáveis, mas não são. Outras armadilhas são as torradas saborizadas (100 gr. de torra-das contêm 433 calorias), que contêm alto índice de sal e também os sucos industrializados, que contêm alto teor de açúcar (tanto quanto os refrigerantes). Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após acompanhar 218 pessoas, com idade entre 21 e 50 anos, saudáveis e não obesas (IMC entre 22 e 27,9). Fonte: Veja

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