Desenvolvimento do Programa Segurança em Alta, qualificação da rede hospitalar no Paraná

Desenvolvimento do Programa Segurança em Alta, qualificação da rede hospitalar no Paraná

Willian Stocco1, Luiz Bonan², Ana Paula Heier3, Daniela Bona4, Eliane Santos5 e Patricia Palermo6


RESUMO
O Programa Segurança em Alta visa aprimorar o nível de segurança e qualidade dos hospitais
que representam 80% dos atendimentos aos beneficiários do sistema Unimed no Paraná, em
relação aos serviços oferecidos aos pacientes, através da melhoria dos processos assistenciais
e adoção de boas práticas de segurança e qualidade. Este é um processo estratégico para a
Federação e suas Singulares, que permite uma melhor compreensão dos processos que
envolvem o atendimento ao paciente, a melhora na comunicação e relacionamento com os
prestadores hospitalares, melhor relação de custos e despesas, tornando-a mais viável
economicamente. O objetivo deste estudo é apresentar a estruturação do programa e os
resultados alcançados nos prestadores hospitalares. A metodologia utilizada para a estruturação
do processo de avaliação, foi através do levantamento de boas práticas na saúde, legislações e
acreditações, no âmbito nacional e internacional, com a elaboração de um formulário de avaliação
com 876 requisitos, organizado em 14 dimensões. De acordo com as evidências aos requisitos
observados durante as avaliações, os hospitais receberão uma nota composta por uma escala
alfanumérica, relacionada ao nível de qualidade, segurança e conforto. O programa tem duração
de 36 meses em cada hospital, divido em 3 grandes etapas, sendo: 1. Diagnóstico e Melhoria, 2.
Qualificação e 3. Manutenção da Qualificação. Os prestadores participantes passam por
acompanhamento de analistas especialistas em Gestão da Qualidade da Federação do PR, com
a realização de treinamentos no formato de palestras, workshop, minicursos para a implantação
de boas práticas de acordo com a necessidade individuais de cada instituição.


INTRODUÇÃO
Vários autores, referem que as organizações de saúde têm características semelhantes às
organizações confiáveis como aviação e energia nuclear, pela sua missão e natureza. Pela sua
missão, na medida em que, nas organizações de saúde, realizam-se processos altamente
complexos, e a interdependência entre serviços, departamentos, equipamentos, tecnologias e
profissionais é essa semelhança fica ainda mais evidente. Pela sua natureza, porque o risco é
uma realidade constante na atividade, e a influência da cultura de segurança e de uma liderança
forte são questões-chave para a organização de saúde. Seguramente, na saúde, temos ainda um
longo caminho a percorrer rumo à “confiabilidade”.

Ao compararmos a área da saúde com outras consideradas confiáveis, por exemplo, aviação e
energia nuclear, facilmente se percebe o valor que se atribui às questões da segurança. O
financiamento disponibilizado para a área da avaliação e gestão do risco (em média 5% do
orçamento anual nas áreas referidas), a aposta em tecnologia e ferramentas para prevenir a
ocorrência de incidentes ou mitigar seu impacto e a resposta dada quando ocorre um incidente.
Com base nessas observações, verificamos que as organizações de saúde têm ainda muito que
aprender e melhorar nesses domínios.
Nesse cenário, os custos em saúde têm tido aumento progressivo ano após ano, não somente no
Brasil, como em todo o mundo. Como mostram Mcguire1, Huber2 e Andrade3, o crescimento dos
gastos em saúde em alguns países desenvolvidos, num painel temporal desde 1970 a 2002, tem
superado largamente o crescimento do Produto Interno Bruto. Nós financiadores de serviços de
saúde procuramos definir prioridades e organizar “racionalmente” a assistência, para usar o
mínimo de recursos diagnósticos e de tratamento, garantindo a qualidade e segurança dos
serviços prestados. No estado do Paraná a rede hospitalar contempla 27.433 leitos registrados
junto aos sistemas operacionalizados pelo DATASUS em maio de 2019, a Unimed Paraná conta
com 7.632 leitos contratados em 235 hospitais credenciados. Destes hospitais credenciados, 61
hospitais tem a representatividade de 80% dos custos assistenciais hospitalares no Sistema
Unimed no Paraná.
A Unimed Paraná reconhece que o cuidado hospitalar é uma força constante, contínua e
importante da assistência à saúde e para a sustentabilidade do sistema Unimed no Paraná. Com
isto em mente, a Unimed Federação do Paraná oferece um programa de qualificação para
hospitais, o Programa Segurança em Alta. O processo de qualificação oferece aos hospitais um
mecanismo para demonstrar a qualidade e segurança que estão sendo proporcionadas em suas
instituições. Pensando nisso, os requisitos de avaliação da qualificação hospitalar foram
desenvolvidos por uma equipe especialista em Gestão da Qualidade em Sistemas de Saúde,
baseando-se em padrões de acreditação reconhecidos nacionalmente e internacionalmente para
Hospitais como também as legislações aplicadas à saúde. A demonstração de qualidade e
segurança está se tornando cada vez mais necessária para a sustentabilidade do negócio.
O foco do processo de qualificação da rede hospitalar do Programa Segurança em Alta, está em:
▪ De vê-la como validação de um processo contínuo e de entender os achados dos
avaliadores como oportunidades de melhoria.
• Apoiar a gestão de rede para aumentar a parceria entre a Rede Prestadora e as
cooperativas Unimed do Paraná.
• Otimizar o uso dos recursos aplicados elevando a produtividade e reduzindo a
sinistralidade pelo controle do desperdício.
• Fortalecer a imagem da marca perante prestadores e beneficiários, garantindo um
desfecho clínico favorável.
• Melhorar o nível de atendimento e resolutividade aos beneficiários do Sistema.
• Construir um sistema de saúde Unimed alinhado por objetivos e integrado por processos
homogêneos e sinérgicos, elevando o padrão dos serviços prestados por meio de Boas Práticas. 

Ter uma visão intensiva do processo de cuidado, implantando e/ou fortalecendo a cultura
Segurança do Paciente;
Programa Segurança em Alta
O Programa Segurança em Alta é um método de avaliação que busca por meio de requisitos
baseados nas legislações de saúde e orientações de processos de acreditação hospitalar. Este
programa é realizado de forma voluntária e reservada, e não tem caráter fiscalizatório, e sim um
programa de educação continuada periódico para estimular a melhoria continua e o
comprometimento com uma assistência segura. O Programa Segurança em Alta não tem como
fim a Certificação da Acreditação Hospitalar, porém, o hospital seguindo as orientações da equipe
técnica, terá maiores fundamentos para a busca da Acreditação Hospitalar.
O Programa Segurança em Alta realiza a avaliação dos processos relacionados a gestão,
assistência e suporte do hospital relacionado ao cuidado ao paciente. De acordo com as
evidências de conformidade aos requisitos coletadas durante as visitas em cada hospital, o
mesmo receberá uma nota composta por uma escala alfanumérica relacionada ao nível de
qualidade, segurança do paciente (de 1 a 10) e conforto (A, B, C). O Segurança em Alta é
composto por três etapas:

  1. Diagnóstico e melhoria: Antes da primeira visita, o prestador recebe um formulário de avaliação para que
    tenha a oportunidade de se auto avaliar e conhecer os requisitos que serão abordados na avaliação de
    diagnóstico, conduzida pela equipe da Federação e da Singular. Após a Avaliação de Diagnóstico, é emitido
    um relatório de devolutiva com as oportunidades de melhoria identificadas, e uma nota é atribuída ao
    hospital. Nesse momento, essa nota não terá divulgação externa. Na sequência, são planejados os encontros
    para orientação, elaboração de plano de ação e início do monitoramento de indicadores e das notificações de
    eventos adversos. Essa fase é executada entre 12 e 18 meses.
  2. Qualificação: Consiste na realização de uma nova avaliação. Após essa visita, também uma nova nota é
    atribuída, com base nas evidências apresentadas. São considerados hospitais qualificados aqueles que obtêm,
    no mínimo, nota 7 nessa etapa de avaliação. Esse resultado pode ser divulgado ao Sistema Unimed. Os níveis
    de qualificação são: Diamante (nota 10), Ouro (nota 9), Prata (nota 8) e Bronze (nota 7). Ainda nessa etapa,
    o hospital passa a receber o comparativo de indicadores que compartilha com a Unimed. Por este motivo,
    esses indicadores precisam ser encaminhados mensalmente, conforme etapa anterior. Na ocorrência de
    eventos adversos graves no hospital, tais casos devem ser reportados à Unimed para acompanhamento das
    melhorias implantadas, com o objetivo de impedir uma nova ocorrência do evento.
  3. Manutenção: Estas visitas são realizadas para acompanhamento e manutenção das ações implantadas,
    incluindo as que se referem aos eventos adversos. Depois da avaliação de manutenção, o hospital poderá
    superar a nota da avaliação anterior, manter a mesma nota ou ter um rebaixamento de nota. 

Em todas as etapas os Prestadores recebem o acompanhamento técnico que consiste em visitas
periódicas presenciais e por videoconferência e tem como objetivo auxiliar o Prestador na
implantação ou adequação dos processos do Sistema de Gestão da Qualidade para garantir uma
assistência aos pacientes com qualidade e segurança. Segundo Vicente Falconi, “um produto ou
serviço com qualidade é aquele que atende sempre perfeitamente e de forma confiável, de forma
acessível, de forma segura e no tempo certo às necessidades do cliente”. Desta forma os assuntos
abordados durante o apoio técnico estão baseados nos 7 Princípios da Qualidade (ISO
9001:2015) e também nas dimensões da qualidade apresentados por Donabedian inseridas no
Manual ONA 2018. 

 

Envolvidos

Benefícios para o Prestador
• Critérios de avaliação objetivos e consistentes
• Adaptado à realidade brasileira
• Ferramenta para motivar e disseminar a qualidade na instituição
• Segurança para os pacientes, profissionais e para a Instituição
• Gerenciamento de riscos e fortalecimento de cultura voltada qualidade e segurança do
paciente
• Acrescenta valor à imagem da Instituição
• Estratégia que agrega um diferencial em relação à concorrência
Benefícios para a Singular
• Melhorar a comunicação e o relacionamento com seus Prestadores Hospitalares, melhor
relação de custos e despesas, tornando-a mais viável economicamente.
• Qualidade na Assistência, oferecendo aos beneficiários um atendimento uniforme, eficiente
e que visa minimizar a ocorrência de falhas, por meio de protocolos, políticas e
procedimentos, manutenção preventiva de equipamentos, segurança patrimonial e controle
dos riscos assistenciais.
• Profissionais mais qualificados garantem melhor atendimento e maior segurança.
• Incentivar e auxiliar as Singulares na busca contínua da qualidade, satisfação e segurança
de seus clientes.
• Incentivar as certificações.
• Disseminar e compartilhar conhecimentos interdisciplinares que dizem respeito à gestão
da assistência e das instituições.
OBJETIVO
Relatar a experiência da Unimed Federação do Paraná na implantação do programa Segurança
em Alta para o desenvolvimento e qualificação da rede prestadora hospitalar no estado,
apresentando um panorama estadual de qualidade e segurança do paciente.
METODOLOGIA
Trata-se de um estudo quantitativo e qualitativo, descritivo, do tipo relato de experiência acerca
do desenvolvimento do Programa Segurança em Alta no estado do Paraná. A atividade foi
realizada pela área de gestão de rede prestadora, por uma equipe de especialistas em gestão da qualidade e segurança do paciente. Para desenvolvimento da ação foi realizado o levantamento
dos atendimentos hospitalares no Paraná para identificar os prestadores alvo, aqueles que
representassem 80% dos custos assistenciais de cada Singular, realizado o plano de
comunicação e divulgação do programa para a apresentação as singulares do estado, definida
metodologia de avaliação para a qualificação tendo como base a Acreditação Hospitalar ONA e
legislações da saúde, realizado adequação da equipe da Federação, definido termo de adesão
ao programa com as regras para a participação da Singular e Prestadores.
Com a adesão de cada singular é aberto um projeto e realizado um planejamento que contempla
as etapas: Adesão do Prestador, realização da auto avaliação pelo Prestador, realização da
Avaliação de Diagnóstico pela equipe da Federação e da Singular, Emissão do Relatório de
Devolutiva, Planejamento de Melhorias, elaboração do cronograma de visitas presenciais e de
videoconferências para realização das capacitações e implantação do sistema de gestão da
qualidade. As Avaliações, sejam de Diagnóstico, Qualificação e Manutenção, são visitas in loco
orientadas através da complexidade do hospital e do nível de criticidade das áreas assistenciais,
apoio e de gestão e é norteada por instrumento semiestruturado com objetivo de avaliar a
implementação das barreiras básicas de segurança do paciente previstas nas metas
internacionais de segurança do paciente e respaldas através da prerrogativa prevista no Programa
Nacional de Segurança do paciente (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2013), bem como pela
Organização Nacional da Acreditação Hospitalar – ONA (Manual Brasileiro de Acreditação:
Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde – versão 2018). O desenvolvimento destas
ações foi iniciado em 2015 e em janeiro de 2016 iniciaram as avaliações de diagnóstico na rede
hospitalar e em 2018 as avaliações de qualificação e para 2019 iniciam as primeiras avaliações
de manutenção da qualificação.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Implantado em 2016, o Programa Segurança em Alta conta com a participação de 14 Singulares
do Paraná e 49 Prestadores. No Paraná são contratados 235 prestadores hospitalares, sendo 61
hospitais que representam 80% dos custos assistenciais das Unimeds no Paraná, os quais são
os prestadores alvo para participar do programa. Atualmente são 49 hospitais participantes do
programa, representando o 80% da meta de incluir os 61 hospitais no programa. Dos hospitais
participantes do programa 24 hospitais são mistos (atendimento Particular/Convênio e SUS),
representando 49% dos participantes do programa, o que demonstra o papel social da Unimed
para a sociedade, pois está desenvolvendo os prestadores para oferecer processos com
qualidade e segurança para a comunidade.


Tabela 1 – Representatividade do Programa Segurança em Alta no Sistema Unimed do Paraná

O resultado da implantação do Programa Segurança em Alta é realizado através de três principais
indicadores: Total de Hospitais Diagnosticados/ano, foram realizadas 51 Avaliações de
Diagnóstico de janeiro de 2016 à maio de 2019, dois prestadores não deram continuidade em sua
participação após a Avaliação de Diagnóstico, totalizando em 2019, 49 hospitais participantes,
representando 80% dos prestadores alvo. 

Gráfico 1 – Total de Avaliações realizadas em Hospitais credenciados Unimed no Paraná pelo Programa Segurança

Total de Hospitais Qualificados, sendo 9 hospitais com notas acima de 7 (sete), os demais 15
hospitais permanecem na fase de Diagnóstico e Melhoria com o apoio técnico mensal para
adequações necessárias pois não alcançaram a nota mínima de 7 (sete) na primeira Avaliação
de Qualificação, e; o Percentual de Desenvolvimento dos Prestadores Qualificados, ficou em
11%, e mesmo aqueles hospitais que permanecem na fase de Diagnóstico e Melhoria tiveram
crescimento de 19% de atendimentos aos requisitos avaliados, ou seja, estão desenvolvendo
melhores práticas em suas instituições. A nota média estadual das Avaliações de Diagnósticos é
de 6,3B e dos Hospitais Qualificados é 8,3A.

Gráfico 2 – Total de Hospitais participantes do Programa Segurança em Alta por etapa

Durante a fase de Diagnóstico e Melhoria os hospitais recebem as orientações da equipe da
Federação com a realização de workshops, palestras, orientação no setor sobre as ferramentas
da qualidade, protocolos de segurança do paciente, planejamento estratégico, direitos e deveres
dos pacientes, instituição de comissão e comitês obrigatórios por legislação, mapeamento de
processos, gestão à vista – indicadores, gestão de riscos, todos os temas são identificados à partir
do relatório de devolutiva de avaliação e do resultado da pesquisa de cultura de segurança
(AHRQ). Esta pesquisa tem como objetivo comparar com o Resultado das Avaliações de
Diagnóstico e Qualificação com o resultado da Pesquisa de Cultura de Segurança para auxiliar
no planejamento e análise do perfil dos colaboradores de cada hospital e também a evolução no
processo de qualidade e segurança de forma global da organização. Esta pesquisa foi criada pela
Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ) que patrocinou o desenvolvimento desta
ferramenta intitulada Hospital Survey on Patient Safety Culture para avaliação de cultura de
segurança do paciente em estabelecimentos de saúde dos E.U.A. A tradução para o português e
validação do questionário HSOPSC para uso no Brasil foi objeto de tese de doutorado de Cláudia
Tartaglia Reis, “A cultura de segurança do paciente: validação de um instrumento de mensuração
para o contexto hospitalar brasileiro”.

Gráfico 3 – Controle de Participantes e Horas nos encontros do Programa Segurança em Alta

Entre os participantes do programa (49 hospitais), 2 (dois) hospitais conquistaram a certificação
da Acreditação Hospitalar – nível 1 após o apoio técnico e Avaliação de Qualificação do programa,
1 (um) hospital conquistou o upgrade para nível 2 da Acreditação Hospitalar durante o processo
de apoio técnico, dois hospitais mantém a certificação de nível 3 da Acreditação Hospitalar, um
hospital está em processo de educação para a certificação internacional da Joint Comission e os
demais hospitais considerados qualificados pelo programa estão em processo de certificação da
ONA.
Com este processo de monitoramento continuo tanto da qualificação dos prestadores hospitalares
como também de indicadores de qualidade é possível ter um panorama da qualidade e segurança
do paciente no estado do Paraná, oferecendo para as singulares participantes informações
importantes que as auxiliem na tomada de decisão para uma boa negociação e/ou bonificação.

CONCLUSÃO
A implantação do Programa Segurança em Alta se mostra um caminho sustentável para aprimorar
o nível de qualidade e segurança dos hospitais que atendem os beneficiários do sistema Unimed
Paraná, trazendo melhores resultados em saúde, melhorando a segurança no cuidado e a
redução de custos desnecessários. Um projeto que gera lições para o aperfeiçoamento contínuo
da rede prestadora.
As ações orientadas pelo programa de forma individualizada aliados a coordenação das
atividades pelos prestadores, demonstraram resultados satisfatórios, uma vez que houve
crescimento na efetividade dos processos de gestão da qualidade dos hospitais qualificados em
11%, e mesmo aqueles hospitais que permanecem na etapa de diagnóstico e melhoria,
apresentaram crescimento de 19% no atendimento aos requisitos aplicados pela metodologia do
programa. 

 

REFERÊNCIAS
1 Anvisa (Brasil). Boletins Informativo – Segurança do paciente e qualidade em serviços de saúde. 2013. Disponíveis
em: http://www.Anvisa.gov.br/hotsite/segurancadopaciente/documentos/junho/Modulo%201%20-
%20Assistencia%20Segura.pdf.
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Disponível em: http://proqualis.net/.
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11 Vincent C, Neale G, Woloshynowych M. Adverse events in British hospitals: preliminary retrospective record
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12. Sousa P, Uva AS, Serranheira F, Leite E, Nunes C. Segurança do doente: eventos adversos em hospitais
portugueses: estudo piloto de incidência, impacte e evitabilidade. Lisboa: Ed. Escola Nacional de Saúde Pública;
2011. p. 13-36.

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