A força do médico-cooperado

Entre direitos e deveres, cada cooperado é uma mola que impulsiona a cooperativa e zela pela qualidade da marca Unimed

Foi por meio da atuação dos primeiros cooperados das Singulares que se construiu a percepção de qualidade e confiança na Unimed. E é por meio da atuação dos atuais médicos e médicas cooperados que a marca continua no topo até hoje. “A Unimed foi forjada a várias mãos e se mantém viva no mercado exatamente por essa característica. Existe uma coletividade que garante ao cooperado que sua voz seja ouvida num ambiente cooperativo, diferente de outras operadoras de planos de saúde”, analisa Alexandre Gustavo Bley, diretor Administrativo e Financeiro da Unimed Paraná.

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O propósito de uma cooperativa é defender a dignidade profissional, gerando trabalho e renda. Nesse contexto, é a coletividade que favorece o desenvolvimento individual, não o contrário. “Se cada cooperado vestir sua camisa de sócio, defender o seu negócio coletivo, com certeza todos vão ganhar mais com isso. É uma questão de postura e sabedoria num mercado de trabalho médico desafiador”, ressalta Bley.

Cabe à gestão da cooperativa ofertar os direitos aos seus cooperados e cobrar seus deveres. E cada cooperado precisa conhecê-los, para que a dinâmica participativa e democrática aconteça, com um senso de confiança mútuo entre os pares. “Se um cooperado, por mais descontente que esteja, começar a expor negativamente a marca Unimed, reclamando de questões administrativas aos seus pacientes, além de prejuízo à marca, comete infração ao estatuto, pois isso é vedado”, exemplifica o diretor – lembrando que existem outros canais para que esses assuntos sejam tratados.

Razão de ser da cooperativa

Wemilda Marta Fregonese Feltrin, presidente da Unimed de Francisco Beltrão, reforça que os cooperados são a razão da existência da cooperativa, mesmo que muitos ainda não se percebam como tal ou não compreendam totalmente suas responsabilidades e direitos. E esse sentimento de pertencimento faz diferença nos comportamentos do dia a dia.

Para Wemilda Feltrin, é essencial que os médicos tenham conhecimento de seus direitos e deveres. E procurem exercer a força e o poder que detêm dentro do modelo cooperativista

Wemilda acredita que, para confirmar o impacto que cada médico-cooperado pode gerar, basta observar a satisfação decorrente de cada atendimento. “A maneira como o cooperado atua com a sua cooperativa, na prestação de serviços e atendimento ao beneficiário, é que vai determinar a perenidade ou não do seu negócio. Somente o atendimento centrado no paciente, humanizado, resolutivo, com utilização racional de tecnologias e de exames, é que vai contribuir para a satisfação do beneficiário e da cooperativa”, enfatiza.

Visão e atitude de sócio

O diretor de Inovação e Desenvolvimento da Unimed Paraná, Omar Genha Taha, explica que a cooperativa oferece diversos modelos de governança que permitem, facilitam e, inclusive, estimulam a ampla participação dos cooperados. Por exemplo, nas reuniões dos conselhos (técnicos, fiscais e administrativos). “É por meio dessas tratativas que as cooperativas se norteiam, tomando decisões assertivas para a garantia da sustentabilidade do Sistema Unimed”, afirma.

Com o auxílio de agentes de relacionamento com o cooperado, presentes na maioria das Singulares do estado, a Unimed Paraná mantém um compromisso de proximidade e melhoria contínua. Assim, a gestão dialoga com os médicos sobre benefícios, decisões importantes e caminhos para o presente e o futuro. “Esse é um trabalho fundamental, inclusive com o curso de Formação de Dirigentes. Também disponibilizamos cursos nas áreas de finanças e contábil, MBAs, treinamentos em geral, educação corporativa, entre outros, que todos os cooperados têm acesso”, completa o diretor.

De acordo com Omar Taha, é importante ressaltar que o cooperado colhe os frutos de um bom trabalho e de uma gestão profissional, mas também compartilha direitos e deveres, como a responsabilidade de zelar pelo sucesso e sustentabilidade da cooperativa. “Além de ser sócio, ele deve ser consciente da importância de seu papel, que vai além da prestação de serviços médicos. Sua responsabilidade inclui garantir que o trabalho desenvolvido atenda às necessidades do mutualismo, princípio central do modelo de assistência médica da Unimed”, destaca.

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