A correria do dia a dia favorece o consumo de alimentos ultraprocessados. Segundo uma pesquisa realizada em parceria entre a Fiocruz e a Universidade de São Paulo (USP), somente no SUS (Sistema Único de Saúde) são gastos cerca de R$ 10 bilhões ao ano para tratamento de doenças decorrentes desta ingestão.
O educador físico e nutricionista, Samuel Pompeu, passou por esta experiência e contou ao jornalista Edenilson de Almeida. Durante 30 dias, ele só se alimentou com ultraprocessados. Nesta Conversa Ampla, ele detalha a experiência e fala sobre os quilos que engordou e os efeitos metabólicos pelos quais passou.
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Organize sua rotina e evite ultraprocessados
- Planeje suas refeições: a organização é o primeiro passo para fugir das tentações.
- Priorize alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes e grãos.
- Evite estocar em casa biscoitos recheados, refrigerantes, salgadinhos e outros industrializados de baixo valor nutricional.
- Reserve um momento da semana para preparar marmitas e lanches saudáveis.
Os ultraprocessados conquistam pela praticidade, mas, com o passar do tempo, podem provocar acúmulo de gordura e favorecer o surgimento de diversas comorbidades. Portanto, não ceda à facilidade: invista em uma rotina alimentar saudável.
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