Ao falar sobre o recém-inaugurado Hospital Unimed Londrina, o presidente da Unimed, Celso Fernandes Junior, começou sua apresentação durante o 31º Suespar com uma pergunta instigante: “E se a saúde que você conhece fosse redesenhada para cuidar de você antes mesmo de adoecer?”
Parece paradoxal, afinal os hospitais tradicionalmente estão associados ao tratamento de doenças (sejam de baixa, média ou alta complexidade), enquanto a saúde proativa foca a prevenção. Porém, tem nascido uma visão mais ampla em muitos hospitais, promovendo programas de prevenção e bem-estar, além de oferecer serviços que promovem o cuidado e o autocuidado.
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Ele ressalta que essa verticalização (estratégia em que a cooperativa assume o controle sobre alguns serviços, como laboratórios, clínicas ou hospitais próprios), que está ocorrendo na Unimed Londrina, tem o objetivo de transformar o cuidado. “Nossa rede integra todos os níveis de atenção, garantindo uma experiência contínua e eficiente”, explica.
A verticalização, para Fernandes, é importante porque cuidar bem exige estar mais perto em cada etapa. Possibilita a sustentabilidade – garantindo longevidade e solidez do sistema de saúde cooperativo; mais qualidade e previsibilidade – oferecendo atendimento com padrões cada vez mais elevados e resultados consistentes; e melhor experiência – proporcionando conforto e segurança em toda a jornada do paciente.
A jornada de verticalização da Unimed Londrina começou com Serviço de Atendimento Domiciliar (1998), Centro de Promoção da Saúde (2002), SOS Unimed (2005), Centro Multiprofissional (2008), Clínica de Vacina (2009), Clínica de Oncologia e Medicamentos Especiais (2012), Pronto Atendimento (2016), Centro de Cuidados – Nefrologia (2023), Centro de Cuidados – Pediatria (2024) e, agora, Hospital Unimed Londrina (2025).
No decorrer deste tempo, os resultados da verticalização mostram o impacto real de um cuidado contínuo, integrado e eficiente. Ele ressalta que essa integração inclui: promoção de saúde (clínica de vacina e centro de promoção à saúde, são os exemplos), ambulatorial (o centro multiprofissional), o cuidado com os crônicos (Clínica de Oncologia e Medicamentos especiais e Centro de Cuidados- Nefrologia), urgência (SOS Unimed, Pronto atendimento 24hs- adulto e Centro de cuidados- pediatria), domiciliar (Serviço de Atendimento Domiciliar e Rede de Cuidados Continuados), e Alta complexidade (Hospital Unimed Londrina).
Todos esses serviços colaboram na prevenção e educação, para uma vida mais saudável, atendimento multiprofissional para cuidados especializados e contínuos, gestão e cuidado humanizado para condições de longa duração, assistência rápida e segura em situações emergenciais, cuidado personalizado no conforto e segurança do lar. E para completar, o novo hospital é um marco em infraestrutura e tecnologia, projetado para o melhor cuidado.
Esse hospital conta com 29 mil m2 de área construída, 170 leitos de internação (expansível até 285), R$ 270 milhões em investimentos, com geração de mais de 700 empregos. Para Fernandes, a verticalização não é um fim, mas “um caminho para transformar a jornada do paciente com mais valor, qualidade e sustentabilidade.”
Nossos números
- + 210 mil clientes
- 60 clínicas SADT (imagem e laboratório)
- + 1,1 mil cooperados
- 22 hospitais credenciados
- + 1,1 mil colaboradores – 34% administrativo e 66% assistencial
- 9 recursos próprios



































