Responsabilidade afetiva é essencial para relações saudáveis

Em tempos de relações cada vez mais efêmeras, a responsabilidade afetiva não pode ser desconsiderada. Porém, a célebre frase de Antonie de Saint-Exupéry na obra “O Pequeno Príncipe” – “você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa” foi retirada de um contexto. Na verdade, ela implica todos os integrantes da relação amorosa, seja ela afetiva ou familiar.

Nesta Conversa Ampla, a psicóloga e professora da Unifil, em Londrina, Nágela Costa, conversa com o jornalista Edenilson de Almeida, e explica o que é responsabilidade afetiva, fala dos casos em que ela pode ser judicializada e pontua sobre a importância de um diálogo franco e assertivo para as relações.

Dicas sobre como manter uma boa relação e ter responsabilidade afetiva:

  • Fale sobre o que você sente quando os problemas surgirem. Não fique acumulando seus desagrados;
  • Estabeleça limites para o outro de forma clara e assertiva;
  • Invista no seu autoconhecimento;
  • Preserve a coerência, atentando se suas ações e atitudes correspondem àquilo que você diz;
  • Encerre ciclos de forma respeitosa.

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