
“Para mim, a corrida é vida. É o que me ajuda a manter o equilíbrio emocional sem precisar de medicação. A corrida funciona como um verdadeiro remédio. E cruzar a linha de chegada de uma maratona de 42 quilômetros é algo indescritível. Só vivendo a experiência
para entender a sensação, pois é um sentimento de vitória e de realização de um projeto construído durante meses de preparação e estratégia. Ver todo esse trabalho concluído é algo maravilhoso.” Fábio Francisco Gomes – diretor superintendente da Unimed Norte do Paraná – 42 km.

“Saúde. Sinto-me muito bem correndo os 10 quilômetros. Tenho 73 anos e achei a prova muito legal, bem organizada e realmente valeu a pena participar. Cada vez que cruzo a linha de chegada, sinto uma realização enorme. É uma sensação maravilhosa, de perceber que estou bem de saúde. Recomendo a corrida tanto para os jovens quanto para as pessoas mais velhas também. Continuem correndo!” Antônio Eduardo Tavares – aposentado – 10 km.
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“Saúde, bem-estar e superação. Acho que existe muito esse sentimento de se desafiar. Ao final de cada prova, fica a sensação de missão cumprida, de que o desafio deu certo e de que você conseguiu chegar até o fim.” Vanessa Aparecida Barbieri – psicóloga – 10 km.

“Saúde, bem-estar e superação. Acho que existe muito esse sentimento de se desafiar. No fim de cada prova, fica a sensação de missão cumprida, de que o desafio deu certo e de que você conseguiu chegar até o fim.” Taila Daniela Búfalo – analista de Contratos e colaboradora da Unimed Paraná – 10 km.

“Para mim, a corrida é uma motivação ligada à saúde e também ao equilíbrio psicológico. Quando cruzo a linha de chegada, o sentimento é de querer manter a saúde sempre em dia e continuar superando meus próprios limites. E, se Deus quiser, no futuro participar de provas ainda maiores.” Cleverson Luiz Aparício Pereira – servidor público – 10 km.

“A corrida significa vida, saúde, trabalho e dedicação. Graças a Deus, sigo firme nessa luta até hoje. Participar da primeira maratona aqui no litoral paranaense e conquistar o título da prova, sendo campeã brasileira, foi uma alegria muito grande para mim. Sou de Manaus e representar o Brasil é algo extremamente gratificante. Também agradeço a
Deus por tudo o que tem feito na minha vida, ao meu treinador, Juarez Silva, à minha equipe e a todos os brasileiros que torcem por mim.” Franciane dos Santos Moura – atleta profissional (1º lugar nos 42 km feminino).

“Superação. Vim sem muita expectativa, mas, quando finalizei a prova, percebi que tinha me superado. Bati meu RP, que ainda pode ser baixo para outras pessoas, mas para mim teve um significado enorme. Consegui aumentar minha velocidade e perceber que somos mais capazes do que imaginamos. Muitas vezes a gente acha que não vai dar conta, mas, com treino e constância, vai evoluindo aos poucos. No fim, a corrida é sempre um desafio contra si mesmo: de sentimento de superação e de felicidade por conseguir.” Fernanda Priscila de Lima – advogada e colaboradora da Unimed Paraná – 10 km.

“Antes de tudo, corrida significa saúde. Depois, também é um momento de descontração, mas o principal é cuidar da saúde mesmo. Quando cruzamos a linha de chegada, o sentimento é de conquista. Independentemente do pace (ritmo de corrida) ou do tempo, o mais importante é a superação pessoal, é conseguir vencer os próprios objetivos.” Gilmar Aparecido – coordenador Comercial – 42 km.

“Saúde, sem dúvida, é o principal, ainda mais na minha faixa etária, acima dos 40 anos. Movimentar o corpo é fundamental. Cruzar a linha de chegada traz uma alegria enorme e a sensação de dever cumprido. No fim, é uma competição individual, em que cada pessoa é um universo diferente, com suas medidas, limitações e desafios. Por isso, fico muito feliz em participar e perceber minha evolução.” Cílio Volce – professor – 10 km.

“É uma emoção enorme. Tenho 66 anos e posso dizer que não existe coisa melhor. Essa corrida foi especial, sem comparação. Moro em Pontal do Paraná e participar de uma prova no litoral, onde vivo, é um privilégio. É como correr em um paraíso. Quando a gente cruza a linha de chegada, o sentimento é de muita alegria. Não importa chegar em primeiro lugar, cada um tem a sua própria conquista. Para mim, é um grande sentimento
de superação e de felicidade por conseguir.” Antônio Juarez Rodrigues – aposentado – 10 km.
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“Corrida, para mim, é tudo de bom. Essa foi a minha oitava medalha em maratonas de 42 quilômetros. Cruzar a linha de chegada é um momento emocionante, de vontade de chorar, de sentir que venceu e conseguiu alcançar o objetivo. Superação, para mim, significa determinação e foco. Chegar até aqui e concluir uma maratona aos 62 anos representa exatamente isso: que cada pessoa é um universo diferente, com suas medidas, limitações e desafios. Por isso, fico muito feliz em participar e perceber minha evolução.” Jaqueline Aparecida Stocco – esteticista – 42 km.

“A corrida representa, para mim, uma mudança de hábito, muito alinhada ao movimento proposto pela Unimed. Ela está ligada à ideia de sair do comodismo, experimentar coisas novas e se desafiar. No fim, é uma disputa comigo mesma e uma grande superação pessoal. Cruzar a linha de chegada é uma sensação surreal e difícil de explicar. Durante o percurso, muitas vezes pensamos em desistir ou até duvidamos da própria capacidade. Por
isso, concluir a prova e perceber que conseguiu é algo extremamente gratificante.” Jessica Caroline Soares Augustmak – assistente de Marketing na Unimed Guarapuava – 5 km
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