Foi nesse cenário de destaque para o esporte, a Maratona Internacional do Paraná, Etapa Guaratuba, que o Sistema Unimed Paranaense marcou presença, não apenas como patrocinador, mas como agente ativo de acolhimento e suporte. Posicionada estrategicamente próxima à largada, a área dedicada à cooperativa se tornou ponto de encontro, descanso e assistência para representantes de diversas regiões do estado. Um espaço que, assim como a própria corrida, pulsava cuidado, conexão e propósito.

De acordo com Durval Francisco dos Santos Filho, diretor de Mercado e Intercâmbio da Unimed Paraná, a marca vem ampliando sua atuação em iniciativas que promovem saúde, bem-estar e integração com a comunidade, consolidando sua presença em eventos esportivos no estado. “Nós, na Unimed, há algum tempo patrocinamos as corridas no estado do Paraná por meio de um patrocínio com uma rede de farmácias que nos ajuda monetariamente a financiar as cooperativas. Atualmente nós conseguimos dentro do nosso estado que, praticamente, todas as Singulares participem ativamente dos projetos das maratonas nas cidades onde atuam.”
Ele ainda ressalta que a participação no evento reforça o alinhamento da cooperativa com iniciativas que promovem qualidade de vida e visibilidade institucional, especialmente em momentos de grande mobilização pública. “Como nós fazemos isso e surgiu esse movimento da maratona internacional liderada pelo governo por causa da inauguração da ponte, fomos convidados porque eles já conhecem o espírito da Unimed em relação a patrocínios de esportes”.
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Nesse sentido, Alexandre Gustavo Bley, presidente da Unimed Paraná, complementa que a presença da cooperativa também representa um posicionamento estratégico da marca. “De uma forma geral, foi uma grande satisfação e honra poder trazer a marca Unimed para esse momento histórico e de amplo desenvolvimento do nosso estado. Eu acredito que é nesse caminho que a marca tem que se manter.”
Mais do que uma estrutura física, o ambiente Unimed na maratona refletia o conceito de proximidade, característica central do cooperativismo médico. Ali, entre conversas, preparações e pausas, era possível perceber a construção de vínculos que vão além do dia a dia profissional.
Foi uma grande
satisfação e honra
poder trazer a
marca Unimed
para esse momento
histórico e de amplo
desenvolvimento
do nosso estado
Alexandre Gustavo Bley
Vínculos esses que se mantêm ativos por anos, como é o caso do ex-maratonista brasileiro, patrocinado pela Unimed Maringá, Vanderlei Cordeiro de Lima, que
participou ativamente da maratona, correndo o percurso de 5 km, assim como compartilhou sua experiência de vida com todas as pessoas que estiveram no espaço Unimed nos dois dias de evento.
Paranaense, ele destacou a emoção de receber esse reconhecimento em casa revelando que se sentiu muito feliz com o momento e que a corrida foi desafiadora, já que vive uma fase diferente em sua vida e em sua carreira nesse momento.
Vanderlei tem uma história que sensibiliza e inspira todos ao seu redor. E, no espaço Unimed, não foi diferente: cada atleta que passava ali manifestava um carinho imenso por ele. “Eu vejo que a minha história e o meu passado dedicado ao esporte valeram a pena. Percorrer todo esse caminho, mesmo que difícil, com muitos obstáculos, para ter esse reconhecimento e carinho, é sensacional. E eu retribuo de forma muito carinhosa, também, tirando fotos com pessoas que eu nem conheço, com quem eu nem convivo, porque elas querem levar uma lembrança da minha história e do meu legado”, conta, orgulhoso, Lima.
Para ele, foi um momento único poder estar na Maratona Internacional do Paraná, participar da corrida e ser um dos primeiros atletas a cruzar a ponte, um marco histórico para o estado do Paraná. A inauguração da estrutura, aliada à realização de um grande evento esportivo, atraiu público de diversas regiões para Guaratuba, e Lima vê nesse movimento uma oportunidade de valorização do esporte e de conexão com a comunidade.
“Principalmente nessa primeira edição, acho que todos os atletas que lá estiveram vão entrar para a história por esse grande momento que a sociedade está vivendo com a inauguração dessa ponte, que é tão importante para o Paraná. Nós, que amamos o esporte, podemos usar o atletismo, a corrida, como um meio de promover um evento como esse, que é um atrativo que leva muita esperança para quem está começando ou para quem já é do meio. Esse momento, em especial, enalteceu ainda mais a minha vida e a minha carreira, por eu estar recebendo esse carinho maravilhoso de todos.”
Ao comentar a relevância da presença da cooperativa no universo esportivo, Lima destacou que a atuação da Unimed vai além do tratamento de doenças, com foco direto na prevenção e na promoção da qualidade de vida. Para ele, o incentivo ao esporte é uma das formas mais eficazes de alcançar esse objetivo, tanto no âmbito individual quanto no institucional. “A Unimed tem um significado muito grande; não é tratar doença, é prevenir. E o esporte é o meio mais preventivo para se ter qualidade de vida em todos os sentidos. O maior investimento que se pode fazer, não só como pessoa, mas também como empresa, é dar importância a esse processo, não só promovendo, mas também fazendo parte dele”, afirmou.
Ele também ressaltou a parceria de longa data com a cooperativa: “A Unimed é minha parceira há muito tempo, sempre me apoiando, porque temos um grande propósito:
levar saúde para as pessoas.”
Hélvia Perpétuo da Rocha Pinto, analista do setor de Núcleo de Inteligência e Informação (NIIS) na Unimed Paraná, participou do percurso de 10 km e viveu a experiência de forma especialmente significativa. Corredora de rua há 14 anos, ela destacou a conexão afetiva com Guaratuba, cidade onde viveu momentos importantes da vida pessoal, além da emoção de participar de um evento histórico para o estado. “Fazer os 10 km da Maratona Internacional do Paraná, em Guaratuba, foi uma experiência muito especial, pois tenho um carinho muito grande pela cidade, local em que passei momentos maravilhosos da minha vida”, conta.

Para Hélvia, o percurso reuniu beleza, desafio e um forte espírito coletivo entre os atletas. “Achei o percurso bonito, agradável e desafiador com vento e frio na medida certa.
O evento estava muito bem organizado, com uma energia incrível entre os atletas, afinal, foi um marco histórico correr na Ponte da Vitória.” Ela também destacou o acolhimento
proporcionado pela cooperativa durante os dois dias de evento. “Achei o espaço Unimed muito acolhedor, bem estruturado e totalmente conectado com a proposta de saúde, esporte e bem-estar”, afirma. O encontro com o ex-maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima também marcou a experiência. “Eu já conhecia a história do Vanderlei, que é uma grande inspiração no esporte, e encontrá-lo no espaço Unimed foi muito emocionante.”
Essa aproximação, construída fora dos espaços tradicionais de reunião, reforça a importância das conexões humanas dentro do sistema cooperativista. É nesse tipo de
experiência que surgem trocas espontâneas, alinhamentos naturais e novas possibilidades de atuação conjunta. Ao compartilhar o mesmo percurso, literal e simbólico, os
participantes vivenciaram, na prática, o valor da cooperação.
Um até logo que deixou aquela sensação de “quero mais”. Quando os últimos corredores cruzaram a linha de chegada, o cenário já era outro. O cansaço físico dava lugar à sensação de conquista, enquanto histórias individuais se misturavam em uma memória coletiva construída ao longo do percurso.
Mais do que tempos e resultados, o que permaneceu foi a experiência. A maratona evidenciou que o cuidado com a saúde não acontece apenas em consultórios ou hospitais, mas também em escolhas cotidianas, no incentivo ao movimento e na construção de ambientes que promovem bem-estar. As lembranças ficam eternizadas como histórias para serem contadas no futuro. Entre maratonas e o dia a dia profissional, cada ser humano tem sua história para administrar. “Ver as outras pessoas correndo, conversar com as pessoas que estavam ali se preparado para a corrida, cada uma com as suas motivações, foi muito gratificante”, finaliza Bley.
Foi a primeira
maratona que
eu participei na
minha vida
Durval Francisco dos
Santos Filho
Para Durval dos Santos, o importante é não desanimar e nem deixar de participar. Como ele mesmo diz, “eu não sou esportista e eu não me preparei, mas eu acho que todos devem tentar e fazer alguma coisa. O corpo pede, a mente pede e é uma necessidade. E o bate-papo permite o convívio e o conhecimento com novas pessoas.” E Lima destaca que não existe a faixa etária para tomar a decisão de ‘quando posso começar’ ou se ‘já está tarde para começar.’ “Nunca é tarde para começar. O mais importante é a gente fazer essa ‘poupança’ para que amanhã a gente possa ter uma boa qualidade de vida na terceira idade. Para termos mobilidade, disposição e saúde. Esse é o maior investimento que uma pessoa pode fazer.”
Ao marcar presença nesse contexto, a Unimed reafirmou seu compromisso com uma visão ampliada de saúde, aquela que acompanha o indivíduo em todas as etapas da sua jornada.
Porque, assim como em uma maratona, cuidar é seguir em frente, passo a passo, com regularidade, apoio e propósito compartilhado.
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