Coluna de Saúde

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DESNUTRIÇÃO X SOBREPESO

De acordo com o Unicef, o Brasil reduziu a taxa de desnutrição crônica entre menores de 5 anos de 19%, em 1990, para 7%, em 2006. No entanto, ainda é um sério problema para indígenas, quilombolas e ribeirinhos. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2018, a prevalência de desnutrição crônica entre crianças indígenas menores de 5 anos era de 28,6%. Os números variam entre etnias, alcançando 79,3% das crianças ianomâmis. No Brasil, o consumo de alimentos ultraprocessados (com baixo valor nutricional e ricos em gorduras, sódio e açúcares) vem crescendo, assim como as taxas de sobrepeso e obesidade. Uma em cada três crianças de 5 a 9 anos possui excesso de peso. Entre os adolescentes, 17% estão com sobrepeso e 8,4% são obesos. Na América Latina e no Caribe, 4,8 milhões de crianças menores de 5 anos têm desnutrição crônica (baixo crescimento para a idade), 0,7 milhão têm desnutrição aguda (baixo peso para a altura) e 4 milhões têm excesso de peso, incluindo obesidade.
Fonte: Agência Brasil e Portal Saúde Debate

Unimeds do Paraná obtêm ótimas notas no IDSS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, em setembro, o resultado do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) 2018 – ano-base 2017. As Unimeds do Paraná continuam com as notas nas faixas mais altas de avaliação. Das 20 operadoras do estado avaliadas, uma alcançou a nota final 1,00, a Unimed Pato Branco, e outras sete com notas na faixa acima de 0,8, que são as Unimeds Paraná, Apucarana, Cascavel, Costa Oeste, Curitiba, Norte do Paraná e Noroeste do Paraná. A Unimed Noroeste, por exemplo, foi a operadora pequeno porte mais bem pontuada no segmento, com até 19.999 vidas, obtendo índice final 0,9163. As demais estão na segunda melhor faixa de pontuação, com notas de 0,6 a 0,8, e sempre crescendo. Um pouco atrasada no cronograma, a ANS pretende divulgar a nota do IDSS 2019 – ano-base 2018 ainda neste mês de dezembro. Mais informações pela internet: https/ www.ans.gov.br. Já as publicações das Unimeds sobre os resultados do ano-base 2017 estão disponíveis no portal corporativo de cada operadora, em atendimento à regulamentação em vigor.

Ministro da Saúde

Em visita a Curitiba, durante encontro do BRICs (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), ocorrido em outubro, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta defendeu, como uma das estratégias, para manter a população com a vacinação em dia, a possibilidade de exigência das carteiras de vacinação das pessoas, durante a realização de periódicos na saúde ocupacional, além de se exigir a carteira das crianças, na hora da matrícula escolar. E frisou que esse é um direito das crianças. A luta contra o sarampo e a orientação para a busca de vacinação continua ainda neste fim de ano. Fonte: Portal Saúde Debate www.saudedebate.com.br

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