Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Estadual de Londrina (UEL) entendeu como está a medicalização infantil. O projeto foi desenvolvido pela assistente social, professora e pesquisadora da UEL, Ana Patrícia Pires Nalesso. De acordo com os dados obtidos, cerca de 30% das crianças usam algum remédio controlado. O mais comum é a ritalina. De acordo com a professora, é fundamental estabelecer um diálogo entre família, escola e sociedade para ouvir e acolher as crianças, sem a preocupação de enquadrá-las em um diagnóstico.
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Como estar atento à saúde mental das crianças e evitar o excesso no uso de remédios controlados
- Pais precisam se conscientizar que não existem modelos prontos. Cada criança tem uma história de acordo com o que ela vive. Isso precisa sempre ser levado em consideração;
- Os limites para as crianças são necessários. Eles devem ser colocados de forma simples, clara e objetiva e, principalmente, respeitados. Nunca podem ser abusivos;
- As crianças são muito capazes, têm muito a dizer. Elas precisam ser ouvidas e acolhidas nas suas singularidades. Nem tudo é um problema.
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