Esporotricose: a epidemia que passa de gatos a humanos e como evitar a doença

Infecção causada por fungo está fora de controle no país; saiba por que a 'voltinha' do seu pet é o principal risco e como prevenir

Uma doença que tem os gatos como principais vítimas, mas que já se tornou um grave problema para humanos e coloca o Brasil em situação epidêmica. Esses são os alertas sobre a esporotricose, infecção causada por uma variante agressiva do fungo, a Sporothrix brasiliensis. O que começa como uma ferida que não cicatriza no animal, ou uma lesão que parece “picada de inseto” nas pessoas, é um sério risco à saúde pública.

O perigo reside na conexão direta com o acesso dos gatos à rua — é nesse ambiente que eles se contaminam com o fungo e, através de arranhões e brigas, naturais para os pets, disseminam a doença para outros animais e para os tutores. Muitos desconhecem que, ao permitir a “voltinha”, estão expondo o pet e a família a um tratamento longo e complexo.

Para falar mais sobre esta epidemia e a importância da posse responsável, a jornalista Natalie Vanz Bettoni recebe (mais uma vez) a médica veterinária Roberta Vieira, no episódio desta semana do podcast Saúde Sem Complicação. A especialista explica por que o cenário no Brasil é tão preocupante, como o Sporothrix brasiliensis age e por que manter o gato estritamente dentro de casa é a principal forma de prevenção.

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