A Unimed Riomafra acaba de integrar a Oncologia ao seu rol de serviços próprios. Com essa aquisição estratégica, a cooperativa busca aprimorar o cuidado oferecido aos beneficiários, reforçando a solidez financeira e a competitividade, além de garantir a atuação do médico cooperado. Segundo o presidente da Singular, Gabriel Kubis, a motivação vai além da gestão de planos de saúde.

“Primeiro fomos ao mercado com a implantação do laboratório de análises clínicas em parceria com a Mercomax para, em um passo seguinte, adquirir como recurso próprio um serviço de oncologia. Essa decisão tem como objetivo ter os nossos usuários mais próximos, dando trabalho ao médico cooperado da especialidade e aumentando a área de ação da cooperativa”, afirma.
Na perspectiva da gestão, a verticalização oferece um ganho primordial: a contenção de custos. Segundo Kubis, “estrategicamente verticalizar é segurar custos, ter nossos usuários e cuidá-los por meio do programa ‘Viver Bem’”. Ao assumir o serviço, a cooperativa assegura que o atendimento siga o “Jeito de Cuidar Unimed”, diferenciando-se no mercado e prevenindo a concorrência desleal na região.
“Investimos em um primeiro momento no serviço já existente em recursos humanos e ampliando a oferta no que nos propomos e, em um segundo momento, na construção de uma unidade própria e na ampliação com serviço de Psicologia Oncológica e Nutrição voltado a dar suporte aos clientes oncológicos”, explica o presidente.
A equipe clínica já está qualificada, contando com cirurgião oncológico e oncologista clínico. A expansão imediata inclui uma psicóloga com formação de excelência, dedicada exclusivamente ao atendimento oncológico. E para garantir um cuidado contínuo e colaborativo, o serviço de Oncologia trabalhará em conjunto com as demais especialidades.
“A integração do corpo clínico desse serviço que por ora se inicia com os demais profissionais de especialidade é promover apoio mútuo desde o atendimento ambulatorial, bem como hospitalar, facilitando aos pacientes visitas domiciliares, laboratório com as coletas individualizadas e ambientes seguros e próprios”, observa.
A transição para um serviço próprio apresenta desafios de gestão, mas é vista como um pilar para a sustentabilidade da cooperativa na alta complexidade. Para Kubis, o principal desafio é acreditar que o serviço não pode parar e deve crescer, retendo clientes em um ambiente próprio e exclusivo, com profissionais preparados para bem atendê-los.
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