Durante o 31º Suespar, realizado entre os dias 21 e 24 de agosto, em Foz do Iguaçu, os participantes acompanharam às Trilhas, divididas nos eixos Inovação, Cooperativismo, Mercado, Saúde e Gestão. Em uma das trilhas sobre Inoavação, Marcelo Dallagassa, especialista em tecnologia da saúde, da Unimed Paraná, falou sobre “Os Desafios da Aplicação da I.A. na Saúde”, que não são poucos. Por isso, a importância da Governança, Gestão e Arquitetura de Dados, tendo em mente questões como volume de dados, assimetria de informações (dispersão), variedade de formatos, privacidade e segurança das informações (LGPD), qualidade dos dados e ausência dos dados.
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Dallagassa explica que a Governança de Dados pode ser entendida como um conjunto de princípios, políticas e práticas que regem a coleta, o uso, o armazenamento e a segurança dos dados. A qualidade dos dados vai implicar decisões mais assertivas, melhor eficiência operacional, garantia da conformidade regulatória e maior satisfação do cliente. Ele detalhou esquemas de governança, interoperabilidade e gestão de dados, explicitando modelos adotados pela Unimed Paraná.
Omar Taha, diretor de Inovação e Desenvolvimento da Unimed Paraná, explorou os conceitos de interoperabilidade, que é a capacidade de diversos sistemas e organizações trabalharem em conjunto (interoperar) de modo a garantir que outras pessoas, organizações e sistemas computacionais interajam para trocar informações e dados de maneira eficaz e eficiente.
Quando se fala de Interoperabilidade Semântica, Taha explicou que é a capacidade dos sistemas de informática intercambiar dados com um significado inequívoco; ao passo que interoperabilidade de sistemas não informatizados, é a capacidade um sistema não-informatizado se integrar a um outro sistema com características semelhantes ou não.
Sobre a interoperabilidade da Unimed Paraná, ele falou sobre Governança dividida em Clínica, de Dados e de TI e as soluções integradas tendo em mente esse conceito.
Mauricio Cerri, superintendente de Tecnologia e Inovação da Unimed do Brasil, falou da governança de TI do Sistema Unimed Nacional (que inclui infraestrutura, sistema de gestão de saúde, inovação, canais digitais, prontuário, telemedicina e APS, Registro Eletrônico de Saúde, conectividade e dados) e dos programas de Inovação e Inteligência Artificial (um ecossistema integrador, oferecendo programas que apoiam o Sistema Unimed e as startups em diferentes estágios da jornada de inovação — da ideação à escala).
Em seguida, Cerri demonstrou como, através do Plano Diretor de Tecnologia e Inovação (PDTI), a Unimed do Brasil conduz desde 2021 o Programa SINERGIA – “uma jornada de integração e convergência tecnológica que une estruturas e sistemas, com o propósito de oferecer um atendimento cada vez melhor aos nossos beneficiários e fortalecer a valorização do médico cooperado, por meio da inovação e do uso estratégico da tecnologia.”






































