Em março de 2026, uma nova gestão teve início na Unimed Paraná. O mandato, que segue até 2030, agora contará com um novo presidente: o médico cirurgião-vascular Alexandre Gustavo Bley, cooperado da Unimed Curitiba desde 1998, que atua como diretor na Federação há oito anos, além de passagens pela presidência da Unimed Curitiba e do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), entre outros cargos.
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A Revista Ampla conversou com o médico sobre as expectativas para essa nova fase da Federação, bem como os principais desafios percebidos na saúde suplementar e na cooperativa. Confira!
O senhor já foi diretor de Mercado e Comunicação, e, mais recentemente, Administrativo e Financeiro. Como encara, agora, o desafio de assumir o cargo de presidência, tendo essa experiência prévia na diretoria da Unimed Paraná?
Encaro com grande honra, pois é um reconhecimento de um processo de amadurecimento e desenvolvimento pessoal. Cada cargo que atuei tinha suas particularidades, e, ambos, aqui na Federação, proporcionaram-me uma visão ampliada e maior conhecimento do Sistema Unimed no Paraná. Espero utilizar desse conhecimento para que a missão da Federação, que é servir às Singulares, continue sendo cumprida e percebida.

Qual é a expectativa para essa nova gestão?
As melhores possíveis. A Federação passa por um bom momento, temos uma equipe comprometida e competente, um bom modelo de governança, boa maturidade de
gestão e solidez financeira. Isso por si só não garante uma perpetuação de resultados, mas indica bons caminhos e tranquilidade para pensarmos algumas mudanças baseadas nas necessidades das nossas Singulares, que são heterogêneas. Pretendo que o diálogo franco seja uma constante, pois acredito no poder transformador das palavras e dos relacionamentos institucionais.
Quais oportunidades e desafios o senhor vislumbra dentro do cenário futuro na saúde suplementar?
Estamos em um segmento regulado, mas, ao mesmo tempo, incerto, e isso se desdobra em uma série de desafios, que podemos encarar como oportunidades de melhorias. É difícil querer elencar todos os desafios, até porque, no momento, são diversos. Entretanto, por mais que trabalhemos em linhas orçamentárias embasadas, a incerteza do custo assistencial nos coloca como um grande desafio, seja por judicialização ou pelo avanço e incorporação tecnológica, exigindo investir no conhecimento da jornada e experiência do beneficiário.
Conhecê-lo, entender suas condições epidemiológicas, identificar seus riscos, antecipar-se em linhas de cuidado e engajá-los, são exemplos que precisam ser aprimorados para melhor entrega em saúde. Para tanto, precisamos fazer uma gestão adequada dos recursos arrecadados, entendendo os desafios microeconômicos dos contratantes, em sua grande maioria empresas que também têm as suas incertezas com a questão macroeconômica do país. Isso nos traz a reflexão de uma maior diferenciação no relacionamento com nossas Singulares, com a ótica da perenidade do trabalho médico digno nas diversas regiões do estado, entendendo o posicionamento da marca, dentro de um contexto mercadológico e de sustentabilidade.
Em 2029, a Federação completará 50 anos de história. Como o senhor avalia essa jornada, e o que enxerga para o futuro da cooperativa?
Sem dúvida, será uma data a ser bem comemorada, pois é uma trajetória institucional de sucesso, feita por muitas pessoas, em cima de muita inspiração e, principalmente, transpiração. O maior presente, pensando no futuro, é ofertar as condições para que a Federação continue seu papel relevante pelo próximo cinquentenário, pois o cenário muda e temos que nos adaptar. Temos bem essa noção, foram 50 anos de aprendizado, que construiu um caminho sólido, mas precisamos estar atentos e inovar, pois o futuro ainda não está pavimentado e a cada dia temos um tanto a terminar. Olhando para a Federação, precisamos evoluir na padronização de mais processos, ampliar a oferta de centralização de serviços às Singulares e no fomento à intercooperação entre elas.
Como o senhor percebe a importância de as novas gerações entenderem a força que o modelo cooperativista tem?
Em um mundo polarizado e mais individualista, o cooperativismo resgata a essência do viver e produzir em coletividade. Costumo dizer que os melhores momentos na história da humanidade foram reflexo de um ambiente coletivo, mais solidário, em que o senso de propósito foi mais forte. Acho que isso está em consonância com as novas gerações, pois estudos indicam que, para esses jovens, o trabalho deve refletir seus valores pessoais,
cuidar da saúde mental e ter impacto social positivo. Não é só o para que trabalhar, mas o porquê. Precisamos divulgar mais o mundo cooperativista, sua filosofia, seus ramos e oportunidades de atuação.
De que maneira a educação médica se encaixa nesses princípios e pode contribuir para a constante evolução dos médicos-cooperados?
A educação médica está inserida nesse contexto mencionado na pergunta anterior. O médico, em linhas gerais, foi ensinado a trabalhar sozinho, cuidar dos seus pacientes e, se necessário, solicitar opinião de outro colega ou profissional da saúde. Isso faz com que ele tenha uma tendência ao individualismo. Agora, pensando em termos de trabalho médico e carreira, o cooperativismo pode ser uma oportunidade, pois os ganhos individuais são suportados pela força da coletividade de médicos-cooperados.
A marca Unimed foi forjada e cresce com esse escopo. Cada cooperado, fazendo o seu trabalho com ética e diligência, constrói a credibilidade da cooperativa, gerando confiança da população, o que traz um diferencial competitivo para que possamos gerar mais trabalho e renda a esses médicos. É um ciclo virtuoso e, para isso ocorrer, é necessário que todos conheçam o seu papel, por isso a educação médica é essencial, tanto para os atuais médicos-cooperados, como para atrair novos colegas. O cooperativismo precisa ser continuamente exposto à sociedade médica, iniciando dentro das faculdades.
Falando sobre remuneração médica, há um debate extenso sobre novos modelos de pagamento. Qual a visão do senhor sobre o assunto?
A geração de trabalho digno e, consequentemente, renda ao cooperado, faz parte do motivo de existir da Unimed. Por isso, no ano passado, debatemos esse assunto junto às Singulares do estado e criamos um programa de valorização dos honorários médicos. O modelo vigente de distribuição de receita é antigo, vem da década de 40 para 50 do século passado, nos Estados Unidos, o chamado fee for sevice. Ele é baseado em produção e gera previsibilidade de valor unitário a partir de referências de honorários. É um modelo que, apesar de sua utilidade, tem recebido muitas críticas, pois a responsabilidade da escala de atendimento é exclusiva do médico, o que, de forma contraditória, pode gerar excesso ou falta de acesso aos pacientes, sem que a qualidade da entrega esteja diretamente conectada nessa equação.
Vivemos em um mundo conectado e em voz alta, por meio das redes sociais. As pessoas compartilham suas experiências, inclusive as de saúde, gerando julgamentos controversos. A métrica do desfecho e comparação já está no meio da sociedade e entendo que, no que diz respeito a nós cooperados, precisamos organizar isso, pois existem modelos remuneratórios que analisam a entrega ao paciente, ou seja, o valor percebido do atendimento. Acredito que essa é uma conversa mais fácil com os médicos mais jovens, pois estão mais inseridos nesse contexto digital de mídias sociais e, segundo pesquisa do
Conselho Federal de Medicina, não enxergam no fee for service o modelo ideal, preferindo maior segurança nos modelos fixos, como pagamento por horas de trabalho, diária ou vínculo formal CLT, especialmente quando lhe ofertam um local para trabalhar. Longe de termos uma definição, esse assunto é central nas Unimeds e precisa da participação dos cooperados.
A nova diretoria da Federação
Antônio Carlos de Farias – Diretor de Inovação e Desenvolvimento

Trajetória no Sistema Unimed: cooperado da Unimed Curitiba desde 1995, o médico foi membro da Comissão Técnica (2010-2014), diretor de Marketing, Comunicação e Relacionamento com o Cooperado (2014-2018), diretor Financeiro (2018-2022) e diretor de Provimentos em Saúde (2022-2026), além de conselheiro Fiscal da Unimed Paraná em 2023.
Características que o fizeram chegar até aqui: desde 1996, atuo no Hospital Pequeno Príncipe, com dedicação à assistência, ao ensino e à pesquisa. Sou engajado na representação médica desde o início da carreira, quando fui eleito presidente da cooperativa dos médicos do Hospital Pequeno Príncipe. Essas experiências me fizeram perceber a importância de uma boa gestão para a sustentabilidade das organizações de saúde e constatar a relevância estratégica do Sistema Unimed para nós, médicos que buscamos exercer a medicina com ética, ciência, dignidade e respeito ao paciente. Por ter uma visão crítica sobre as evidências científicas das tecnologias em saúde, fui convidado, em 2010, a integrar a comissão técnica da Unimed Curitiba. Nesse período, participei ativamente de comitês de especialidades, núcleos de avaliação de tecnologias e visitas técnicas à rede credenciada. Minha formação técnica, aliada à experiência em atender demandas dos cooperados, primando pelo diálogo e harmonia em um ambiente tão plural como é o de uma cooperativa, levaram-me à gestão.
Desde 2014, faço parte da diretoria executiva, exercendo diversas funções. A confiança que a gestão da Unimed Curitiba depositou em mim como seu representante e o acolhimento que recebi dos líderes da Federação e de outras Singulares do nosso estado geraram em mim um forte senso de responsabilidade e empenho na melhoria contínua das cooperativas do nosso querido estado.
Expectativas para essa nova gestão da Unimed Paraná: primeiramente, quero me integrar ao time da Federação, entender os objetivos estratégicos e alinhar=me às expectativas da nova gestão. Em seguida, pretendo dedicar-me a ouvir as Singulares, suas boas experiências, demandas de inovação, melhoria de processos, incentivo à qualificação, desburocratização, soluções digitais, etc., iniciativas que possam, de fato, melhorar a experiência de todos os públicos que interagem com o Sistema Unimed, especialmente de seus beneficiários e cooperados.
Qual contribuição traz para essa diretoria: venho de um grupo que trabalhou arduamente para eliminar barreiras, integrou-se, alinhou expectativas, conectou-se com a comunidade e estabeleceu alicerces robustos para uma gestão que modernizou a Unimed Curitiba,
conquistando o reconhecimento dos diversos públicos, constatado em premiações, pesquisas e eleições democráticas. Sou um profissional resiliente e dedicado, moldado por muito estudo e pela experiência adquirida tanto na medicina quanto nas diversas áreas da gestão.
No entanto, entendo que isso não é suficiente quando se trata de trabalho em equipe em prol de um objetivo maior. Manter-me sempre aberto ao diálogo, aprender com os outros e atender aos anseios das pessoas que depositaram em nós suas expectativas é o que levarei na mente e no coração em todos os fóruns e projetos que participarei.
Antônio Carlos Valezi – Diretor Administrativo e Financeiro

Trajetória no Sistema Unimed: cooperado da Unimed Londrina desde 1991, foi conselheiro Fiscal (2008) e conselheiro Técnico por dois mandatos (2010- 2018). O médico também atuou como diretor de Mercado (2018-2022) e diretor Administrativo e Financeiro (2022-2026), período em que participou da construção do Hospital Regional Unimed Londrina.
Características que o fizeram chegar até aqui: quando me tornei cooperado, inicialmente, participava das reuniões e assembleias movido pela curiosidade em compreender melhor o sistema cooperativista: funcionamento, desafios, regras e benefícios para os médicos cooperados. Esse contato despertou em mim o desejo de contribuir de forma mais ativa, o que me levou, em 2008, a candidatar-me ao Conselho Fiscal, onde exerci mandato por um ano.
Durante dezesseis anos de atuação na gestão cooperativista, tornei-me um entusiasta do Sistema Unimed e do cooperativismo, cuja estrutura se sustenta em princípios nobres e solidários, ainda que, na prática, enfrente paradoxos próprios de uma organização complexa. Administrar essa dualidade é um desafio que me motiva a investir continuamente em educação, informação, construção de pontes e diálogo assertivo.
Expectativas para essa nova gestão da Unimed Paraná: assumir o cargo de diretor Administrativo e Financeiro da Unimed Paraná é motivo de grande honra para mim. Encontro-me em uma fase madura da vida, com estabilidade pessoal e profissional, o que permite dedicar-me exclusivamente a essa nova responsabilidade. A cada nova gestão, renovam-se as expectativas. As minhas se concentram em dar continuidade ao trabalho sólido e bem estruturado desenvolvido pela Unimed Paraná, referência entre as cooperativas de segundo grau do Sistema.
Qual contribuição traz para essa diretoria: da minha parte, reafirmo o compromisso de exercer a função com dedicação, buscando sempre o aconselhamento de colegas mais experientes e valorizando o diálogo e a construção coletiva de soluções. Afinal, administrar é, sobretudo, aprender continuamente, planejar com responsabilidade e construir caminhos em conjunto.
Durval Francisco dos Santos Filho – Diretor de Mercado e Intercâmbio

Trajetória no Sistema Unimed: cooperado da Unimed Londrina desde 1991, foi conselheiro Fiscal (2008) e conselheiro Técnico por dois mandatos (2010- 2018). O médico também atuou como diretor de Mercado (2018-2022) e diretor Administrativo e Financeiro (2022-2026), período em que participou da construção do Hospital Regional Unimed Londrina. Trajetória no Sistema Unimed: cooperado da Unimed Maringá desde 1983, foi coordenador do Conselho Fiscal (1994-1997), diretor vice-presidente (1998- 2002) e diretor-presidente por dois mandatos (2002-2010). Paralelamente, foi conselheiro da Região 3 na Unimed Paraná (2008-2012). Voltou à presidência da Unimed Maringá (2018-2022) e, em 2022, assumiu o cargo de diretor de Mercado e Intercâmbio da Federação.
Características que o fizeram chegar até aqui: sempre fui muito ativo, tanto na vida pessoal, como na profissional. Dessa forma, eu gosto de fazer as coisas e vê-las acontecendo de forma agilizada e objetiva. Também encaro tudo com muito otimismo, pois obstáculos temos todos os dias, mas precisamos encará-los para resolver. Outra característica é que eu procuro agregar as pessoas, respeitando as ideias e os desafios diferentes de cada um. É uma rotina agitada, mas eu gosto, pois ser objetivo faz com que o meu tempo seja otimizado e gere entrega. E, por fim, eu tenho a filosofia de sempre deixar marcas por onde passo. Fiz isso na Unimed Maringá, tenho feito aqui na Federação e, graças a Deus, colhendo resultados positivos.
Expectativas para essa nova gestão da Unimed Paraná: é uma expectativa muito boa, pois a Federação vem de uma trajetória positiva, e acredito que com a colaboração de todos ela continuará caminhando bem. Darei todo o apoio à diretoria, pois toda vez que passamos por mudanças, precisamos estar juntos para que tudo continue evoluindo. E, claro, apoio também aos novos diretores que estão chegando, entregando todo o acolhimento que recebi quando entrei aqui em 2022.
Qual contribuição traz para essa diretoria: nesses quatro anos, conseguimos construir um grupo harmônico e sempre trabalhando em prol do sucesso da Federação. Atualmente, estamos com quase 200 pessoas na equipe, então esse entrosamento é fundamental para que possamos continuar evoluindo e fazendo as mudanças necessárias. Espero, também, contribuir para melhorar a comunicação com as Singulares e prestadores, pois já estamos programando visitas técnicas para prestar todo o apoio e valorizar o grupo que compõe o Sistema Unimed Paranaense. Esses próximos anos serão de melhoria contínua, com foco no crescimento sustentável.
Faustino Garcia Alferez – Diretor de Saúde

Trajetória no Sistema Unimed: cooperado e fundador da Unimed Cascavel desde 1989, foi diretor Vice-Presidente (1995-1997) e diretor-presidente por dois mandatos (1997-2001). Foi conselheiro Fiscal da Unimed Paraná (2001) e atua na diretoria desde 2002, com passagens pelas diretorias de Projetos, Mercado, vice-presidente, Saúde e Intercâmbio, e Saúde (essas últimas com o status de vice-presidente). Foi, também, conselheiro da Unimed Participações (2020-2021) e, atualmente, é presidente da Câmara Arbitral da Unimed do Brasil e diretor Administrativo e de Processos da Unimed Mercosul, onde também foi conselheiro de Administração (2010-2013) e diretor de Mercado e Intercâmbio (2013-2016).
Características que o fizeram chegar até aqui: acredito que, em primeiro lugar, nunca ter deixado a família de lado. Infelizmente, na carreira médica e, principalmente, para quem segue em cargos de gestão, isso se torna comum. Contudo, se você deixa uma boa base familiar, independentemente de estar sempre em casa ou não, as coisas fluem muito melhor. Também tenho como característica conseguir fazer a leitura do ambiente, o que contribui para o relacionamento com as outras pessoas, além de sempre respeitar os outros. É muito importante saber expor a própria opinião, mas saber o momento de ceder e entender que nem sempre a nossa é a correta.
Expectativas para essa nova gestão da Unimed Paraná: acredito que vai ser um período diferente e interessante, pois, o Conselho de Administração conta com nove membros, sendo cinco diretores e quatro conselheiros Regionais. Nessa gestão, serão seis profissionais novos, então vai gerar uma mudança considerável. Além disso, nós estamos vindo de um período em que o presidente permaneceu por três mandatos, imprimindo um novo ritmo de trabalho aqui na Federação. Acredito que os novos membros chegarão com fôlego e ideias novas, com muitas novidades para poder contribuir para o bom funcionamento da Unimed Paraná.
Qual a contribuição que traz para essa diretoria: além da longa experiência como diretor da Unimed Paraná, afinal, são 24 anos atuando na Diretoria Executiva, eu também tenho outras atuações: sou advogado e atuo como presidente da Câmara Arbitral da Unimed do Brasil. Isso possibilita que eu contribua com outras questões que vão além da própria diretoria de Saúde. E, falando especificamente sobre essa diretoria, posso garantir que me sinto muito bem aqui, é como se sentir em casa, pois é uma área que me deixa muito confortável. Temos uma equipe grande, muito empenhada, com ótimos resultados nos últimos anos. Além disso, há a própria contribuição relacionada ao Suespar, pois atuo na construção da grade desde que entrei na Federação, em 2002, compartilhando as escolhas dos temas e palestrantes com outros diretores.
Conheça nos novos Conselheiros Regionais
Pedro Moyses Soares Jacintho – Unimed Ponta Grossa (Região 1)

Trajetória no Sistema Unimed: atuou como conselheiro Fiscal da Unimed Ponta Grossa
(2013, 2014 e 2022), médico Auditor (2014-2017), diretor Técnico do Hospital Geral Unimed (2017-2020), conselheiro Fiscal da Unimed Paraná (2021), conselheiro Fiscal da Unimed Mercosul (2024) e conselheiro Fiscal da Unimed do Brasil (2025). Desde 2023, é o diretor-presidente da Unimed Ponta Grossa.
Quais características o fizeram chegar até aqui: minha trajetória é pautada por consistência técnica, ética e capacidade de articulação institucional. Atuo com foco na integração entre dirigentes, cooperados e equipes, reconhecendo que o alinhamento organizacional é essencial para resultados sustentáveis. A experiência em auditoria médica e gestão hospitalar proporcionou atuação direta na resolução de problemas assistenciais, sempre com equilíbrio, pragmatismo e aderência aos princípios cooperativistas.
Expectativas para essa nova gestão: a expectativa é avançar na integração entre a Federação e as Singulares, ampliando cooperação, alinhamento estratégico e geração de valor para o Sistema. O momento exige atuação coordenada, com foco em eficiência, sustentabilidade e segurança na tomada de decisões, preservando os princípios do cooperativismo e a solidez institucional.
Contribuição que traz para o Conselho de Administração: minha contribuição se concentra na integração entre visão estratégica e execução, apoiada pela experiência em gestão hospitalar, auditoria médica e governança cooperativista. Atuo com foco em decisões equilibradas, desenvolvimento técnico e sustentabilidade institucional, contribuindo para o fortalecimento do Conselho de Administração e para a evolução consistente do Sistema Unimed.
Ribamar Leonildo Maroneze – Unimed Apucarana (Região 2)

Trajetória no Sistema Unimed: cooperado da Unimed Apucarana desde 2005, atuou
como conselheiro Fiscal e Administrativo. É diretor-presidente da cooperativa desde 2021.
Quais características o fizeram chegar até aqui: geralmente, os cursos de medicina falham ou são insuficientes no ensino de gestão em saúde. Felizmente, por meio de muito estudo e convivência com gestores das mais variadas áreas, na gestão pública e privada, foi possível adquirir as bases para desempenhar as funções como dirigente de cooperativa médica.
Expectativas para essa nova gestão: atuamos, até então, como dirigentes de Singulares de diferentes portes, mas que enfrentam os mesmos problemas inerentes ao setor; esses, porém, com diferentes prioridades e proporcionalidades. Sendo assim, o maior desafio como conselheiro da Unimed Paraná é a visão sistêmica, deixando de representar somente uma Singular e passando a atuar na formulação, aplicação e defesa da política Estadual.
Contribuição que traz para o Conselho de Administração: esperamos contribuir aprendendo em conjunto. Sabemos que teremos um grupo valoroso e empenhado em manter um dos Sistemas Estaduais mais fortalecidos do país, o que já constitui um grande desafio. Esperamos levar e adquirir: experiência de vida, política e filosofia. E fazer valer a pena!
Antonio Carlos Cardoso – Unimed Campo Mourão (Região 3)

Trajetória no Sistema Unimed: cooperado da Unimed Campo Mourão desde 1993, atuou como coordenador do Conselho Fiscal (2001) e membro do Conselho de Administração (2002- 2006). Foi diretor vice-presidente (2021-2024) e desde 2024 é o diretor-presidente da Singular.
Quais características o fizeram chegar até aqui: desde que me tornei cooperado, tive interesse pela cooperativa, com participação assídua em eventos e ativo em decisões da cooperativa. As experiências adquiridas junto ao Rotary, como coordenador da Fundação Rotária e até como governador Rotário, também foram fundamentais para o meu crescimento pessoal e profissional. A busca por atualização também foi importante, sempre adquirindo conhecimento e experiência por meio de treinamentos e cursos, além do exercício da medicina.
Expectativas para essa nova gestão: representar a Região 3 de forma a levar as demandas principalmente das pequenas e médias Singulares, mantendo a unidade e harmonia conquistada no decorrer dos anos, pensando sempre em benefício da sustentabilidade do negócio. Assim, gerar maior valorização para o trabalho médico, preconizando pela gestão de uma assistência de qualidade, além de trabalhar na continuidade dos excelentes trabalhos realizados pela Federação no estado.
Contribuição que traz para o Conselho de Administração: os mais de 30 anos junto ao Sistema Unimed me trazem uma base sólida de experiências que posso agregar ao Conselho de Administração da Unimed Paraná. A experiência administrativa e financeira em gestão de empresas, além da atuação em diferentes instituições, como Conselho Regional de Medicina e Rotary, contribui para isso. Acredito, também, que uma visão de reestruturação de processos tal como tivemos na Unimed Campo Mourão possam ser compartilhados com todo o Sistema, visando sempre a sustentabilidade do negócio. Sobretudo, firmo-me na retidão de princípios os quais não abro mão.
Luiz Sérgio Fettback – Unimed Cascavel (Região 4)

Trajetória no Sistema Unimed: cooperado da Unimed Cascavel desde 1989, atuou como vogal (1999-2001), diretor vice-presidente (2001-2006) e diretor-presidente por dois mandatos (2006-2012). Depois, atuou como diretor de Provimento de Saúde (2018-2021) e, em 2021, retornou ao cargo de presidência da Unimed Cascavel, onde permanece até o momento.
Quais características o fizeram chegar até aqui: sou guiado, antes de tudo, pelos princípios cooperativistas. Sempre tive afinidade e profundo apreço por esse modelo que valoriza a união, a participação e o crescimento coletivo. Os anos dedicados à docência no Ensino Superior também moldaram minha trajetória. Ensinar me ensinou a ouvir, a dialogar e a compreender diferentes pontos de vista. Essa vivência, somada à convivência respeitosa e próxima com a classe médica, fez de mim alguém que transita com naturalidade entre os mais diversos perfis de cooperados, buscando sempre o entendimento e a convergência. Acima de tudo, carrego um amor incondicional pela medicina.
Expectativas para essa nova gestão: desejo uma caminhada sólida e próspera, além de fiel aos princípios cooperativistas. Acredito em uma condução baseada em decisões acertadas, tomadas com diálogo, responsabilidade e visão estratégica. E quero contribuir para a evolução constante e consistente do Sistema, fortalecendo nossas Singulares e ampliando nossa relevância no cenário da saúde, pois vejo espaço para crescimento estruturado, com inovação, eficiência e foco permanente na qualidade assistencial. Também considero essencial avançarmos em sustentabilidade, garantindo equilíbrio econômico e responsabilidade social. A segurança institucional e a previsibilidade para os cooperados precisam ser prioridades permanentes. Com escuta ativa e integração entre diferentes perfis de lideranças, podemos construir soluções maduras e duradouras.
Contribuição que traz para o Conselho de Administração: é a soma de uma trajetória construída com coerência, experiência prática e profundo compromisso com o cooperativismo. Foram muitos anos de atuação na diretoria da Unimed Cascavel, vivenciando de perto os desafios da gestão, participando de decisões estratégicas e acompanhando ciclos de crescimento, ajustes e consolidação institucional. Essa experiência me deu visão administrativa, responsabilidade na tomada de decisão e entendimento claro sobre sustentabilidade e segurança do Sistema. Nesse tempo, também aprendi o valor do trabalho dos colaboradores da cooperativa, pois são eles que vivem a Unimed o dia inteiro, perseguindo metas e atingido os resultados que tanto almejamos. Somam-se a isso quase 40 anos de prática diária da medicina e a trajetória na docência no Ensino Superior,
que fortaleceu minha capacidade de diálogo, escuta e construção coletiva. Levo ao Conselho equilíbrio, experiência e dedicação para contribuir com decisões maduras, sustentáveis e alinhadas ao futuro da Unimed.



































